Perfil



AM6DG - Design Gráfico

Centro Universitário Belas Artes de São Paulo

Gabriela Ortunho
Leonardo Takao
Mariana M Simões

São Paulo - SP / 2006

Coordenador
Fabrizio Poltronieri



"O que faz com que o Bairro da Liberdade tenha uma identidade própria que atrai os turistas?"






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Créditos



8 Bibliografia

 

 

Hoje fomos novamente a Biblioteca da Fundação Japão...

***Por dentro do Japão: Cultura e costumes.Japão:Japan Travel Bureau,1992

 

 



- Postado por: Bairro Oriental às 20h40
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2º Passo

 

Após pesquisar e montar a estrutura de nosso trabalho vem o segundo passo...

Hoje durante o atendimento, o Prof Fabrizio nos encaminhou para a elaboração dos capítulos

1- Histórico da imigração japonesa em São Paulo e no Bairro da Liberdade

2- Potencial turístico urbano do Bairro da Liberdade

e outros que ainda iremos elaborar.

O Prof indicou também um filme: " Encontro e desencontros"

O próximo post será as resposta desses capítulos e um comentário sobre o filme

Até mais



- Postado por: Bairro Oriental às 13h58
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Desenvolvimento

 

 

 

Nosso projeto será desenvolvido a partir de uma agenda programada. Essa agenda terá nomes,

 

localização e horários de museus, memoriais, fundações e centro de estudos onde iremos visitar e

 

procurar materiais que nos ajudem na elaboração do nosso TGI.

 

Um elemento fundamental que será abordado é a fotografia, ela nos ajudará a entender a estética e

 

a identidade do bairro.

 

A princípio iremos estudar o que de fato torna algo ter identidade. O que é identidade? O que faz o

 

Bairro da Liberdade ter uma identidade diferenciada? Essas perguntas serão levantadas durante toda

 

nossa pesquisa.

 

Em segundo lugar, iremos estudar a população oriental, a imigração, o histórico desse povo no nosso país e

 

no estado de São Paulo, para logo em seguida entrar no Bairro da Liberdade.

 

Além do histórico e da formação, iremos estudar também os personagens que batizaram o bairro, o que é

 

encontrado nele, tradições, significados e cultura de tudo que faz a formação do maior centro oriental de

 

São Paulo.

 

E por fim a pergunta fundamental: O que faz com que o Bairro da Liberdade tenha uma identidade própria

 

que atrai os turistas?

 

Essa resposta virá após uma longa pesquisa, não só do tema mais sim de tudo que influencia esse bairro

 

tão famoso.

 

Nosso trabalho reunirá informações em geral para aqueles que querem viajar ao Japão sem sair do Brasil.

 

Esperamos que todos possam tirar um bom proveito desse projeto, pois através dele estaremos conhecendo

 

um pouco desse mundo cultural japonês e a formação da população tão diversificada que São Paulo tem.



- Postado por: Bairro Oriental às 00h07
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7 Bibliografia

*** LESSER, Jeffrey. A Negociação da Identidade Nacional: Imigrantes, Minoria e a Luta pela Etnicidade

no Brasil. São Paulo: Unesp, 2001

 

O livro de Jeffrey Lessey foca a atenção nos estudos de grupos que não haviam sido tratados nos

estudos acerca da construção da identidade nacional, principalmente os libaneses e japoneses.

Ele mostra como esses grupos étnicos conquistaram espaço dentro da identidade nacional brasileira

 

e quais foram suas principais dificuldades.

 

O estudo é em especial sobre a identidade nipo-brasileira, quais foram as suas contribuições

 

culturais e econômicas.

 

Esse assunto é fundamental para entender qual é a importância desse grupo para os dias de hoje.

 



- Postado por: Bairro Oriental às 16h18
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Fotos Liberdade

     

     

     



- Postado por: Bairro Oriental às 23h59
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6 Bibliografia

 

***GUIMARÃES, Lais de Barros Monteiro. Liberdade, Série História dos Bairros de São Paulo-

volume 16. Terceira edição São Paulo: Prefeitura do Município de São Paulo, Secretaria

Municipal de Cultura

 

 

Esse livro também será fundamental para nosso projeto. Ele conta de forma admirável cada pedaço do bairro...

 

Os primeiros habitantes, estruturação urbana, curiosidades, populações, cultura, lendas, gastronomia,

 

cerimônias e os significado de cara rua.

 

Além de um texto histórico, ele trás fotos e mapas que ajudarão ainda mais nossos estudos.

 



- Postado por: Bairro Oriental às 21h37
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5 Bibliografia

***CASTROGIOVANI (org), Antonio Carlos. Turismo Urbano. São Paulo:

Turismo Contexto,2001 

 

É um livro com uma coletânea de textos onde os autores procuram discutir suas preocupações

 

 teóricas voltado para as cidades e as mudanças que a globalização provocou no turismo urbano,

 

 suas estruturas e relevâncias.

 

O conteúdo é interessante, pois ajuda a compreender o que atrai o turista, como ele interage no

 

espaço e suas percepções.

 



- Postado por: Bairro Oriental às 21h13
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4 Bibliografia

 

 

*** BANDUCCI JR , Álvaro/BARRETO, Margartita ( orgs.). Turismo e Identidade Local:

Uma visão antropológica.Campinas São Paulo: Papirus Editora,2001

 

 

 Esse livro é também escolhido como nossa bibliografia.

 

Quando os autores dizem: “O turismo passa a ser um dos fatores que desencadeiam o processo de

 

aproximação do passado e presente”, quer dizer que tudo provoca um reforço de identidade.

 

A identidade é criada a partir de movimentos culturais do presente, valorizando o passado.

 

Nosso tema é sobre a identidade do Bairro da Liberdade, por isso achamos que esse livro irá nos ajudar na

 

busca da relação entre passado x presente e a identidade que surge a partir dos processos da evolução e

 

da cultura daquele local, e também o olhar do turista sobre essa cultura.

 



- Postado por: am6dg às 15h52
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3 Bibliografia

*** SEYFERTH, Giralda. Imigração e Cultura no Brasil. Brasilía,Distrito Federal:

Editora UNB,1990 

 

 

Este livro procura fazer uma análise de forma sumária da contribuição de diferentes grupos de imigrantes

 

à cultura brasileira.

 

No capítulo 3 mostra como os imigrantes contribuíram para o processo de desenvolvimento industrial não

 

só como operários especializados, mas também como pequenos e grandes empresários.

 

A análise do capítulo 4 mostra que apesar da assimilação e integração da maioria dos descendentes de

 

imigrantes à vida econômica, política e social do país, persiste entre eles algum tipo de identificação étnica.

 

Isto quer dizer que senão todos, pelo menos parte dos descendentes de imigrantes se constitui como grupos

 

étnicos numa sociedade brasileira essencialmente pluralista.

 

Esse livro é uma importante fonte de pesquisa, pois são apontadas contribuições mais relevantes dos imigrantes

 

à cultura brasileira, isto é, aqueles elementos culturais que se incorporam ao cotidiano da vida nacional em

 

algumas áreas do país.

 



- Postado por: am6dg às 15h35
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Entrevista Jeffrey Lesser

 

 

Historiador inova ao refletir sobre a formação da nação brasileira

Fascinado com o que chama de "ambigüidades do País", o historiador norte-americano Jeffrey Lesser tem se

notabilizado por seus estudos inovadores sobre o Brasil. Para ele, orientais e árabes também teriam tido, ao

lado de brancos, negros e índios, papel importante na formação da nação brasileira. Nascido em Connecticut,

EUA, Lesser, de 40 anos, tem contatos estreitos com o País: é especialista em História Moderna

Latino-Americana, principalmente em questões envolvendo etnia, imigração e raça, já lecionou na

Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1995, e há 15 anos é casado com uma brasileira, com quem tem

gêmeos de 8 anos. A convite da Editora UNESP, Lesser esteve em São Paulo, em abril último, para lançar seu

segundo livro, A negociação da identidade nacional: imigrantes, minorias e a luta pela etnicidade no Brasil

(tradução de Patrícia de Queiroz Carvalho Zimbres; Editora Unesp; 346 páginas; R$30,00)

 

  • Jornal da UNESP - Como surgiu seu interesse pelo Brasil?

Jeffrey Lesser - Começou aos 18 anos, ainda na universidade, devido a disciplinas como Política da

América Latina. Fiquei fascinado pelas ambigüidades do País. Ele era grande e multicultural, como os

EUA, mas havia enormes diferenças, principalmente no campo social.

  • JU - Qual é a principal idéia que o senhor defende em A negociação da identidade nacional?

Lesser - Mostro que o Brasil, ao contrário do que muitos pensam, não é uma mescla apenas de brancos,

negros e índios. Os descendentes de povos asiáticos e árabes são muito importantes. Interesso-me,

principalmente, pelo nikkei, ou seja, o brasileiro de descendência japonesa, porque ele é um exemplo

perfeito da complexidade das questões de raça na sociedade brasileira. Muitos o valorizam como um cidadão

trabalhador, inteligente e bem-sucedido. Há, porém, aqueles que o consideram, por exemplo, associado à

falta de asseio. Assim, ao mesmo tempo, ele é melhor e pior do que o brasileiro.

  • JU - Entender essa nossa "ambigüidade" é um desafio para historiadores estrangeiros?

Lesser - De fato, corro o risco de estudar o Brasil pela lógica norte-americana. É preciso tomar cuidado para não

interpretar essa ambigüidade como uma coisa ruim, um problema ou uma falta de lógica. Ao contrário do Brasil,

os EUA, por exemplo, são um país extremamente otimista, e a elite de lá acha que o povo norte-americano é o

melhor do mundo e que pessoas de outros povos, ao chegarem lá, não têm outra alternativa a não ser tornar-se

grandes americanos.

  • JU - E suas futuras pesquisas?

Lesser - Volto em julho a São Paulo, com uma bolsa da Fundação Fullbright, para ficar um ano. Darei um

curso, na USP, sobre as preocupações expressas em A negociação da identidade nacional e iniciarei uma

pesquisa sobre "Imagens de raça no Brasil depois da II Guerra Mundial". Minha proposta é questionar a tese

de que o negro é discriminado por ser pobre, não pela cor. Vou estudar os nipo-brasileiros, um grupo fácil

de identificar e que, por não ser pobre, não deveria ser alvo de preconceito. Veremos se isso é verdade.



- Postado por: am6dg às 14h53
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2 Bibliografia

Hoje fomos a editora JBC localizada na  Rua Loefgreen,1291-7ºandar

 

Vila Mariana Tel: 5575-6286

 

Jbc é a única editora do Brasil especializada em assuntos sobre o Japão.

 

Maior editora de mangás e tem um escritório em Tóquio

 

Compramos o livro “Guia da cultura japonesa”, com 610 páginas ele conta sobre imigração, entidades, artes,

 

cinema, língua, literatura, mangás, música, comunicação, costumes, culinária, estudos, esportes,

 

plantas, animais, religião, saúde, serviços, e por fim TURIMO E LAZER.

 

Essa será a nossa principal bibliografia, pois além de fotos ele possui textos ricos e fáceis de ser entendido,

 

focando principalmente no nosso recorte temático

***O Guia da Cultura Japonesa. São Paulo: JBC Editora,2004

 



- Postado por: am6dg às 18h33
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1 Bibliografia

 

 

*** HANDA, Tomo. O Imigrante Japonês:  Histórias de sua vida no Brasil.São Paulo:

TA Queiroz: Centro de Estudos Nipo-Brasileiros,1987

 

O imigrante japonês é um dos livros que alugamos na Biblioteca Fundação Japão.

 

Em 18 de julho de 1908, os primeiros imigrantes japoneses desembarcaram em Santos

 

pelo Kasato-Maru, depois de uma longa viagem de 12,000 milhas. Exitados com a idéia da

 

proximidade das fazendas, ainda a bordo tiveram a ilusão de que o povo brasileiro lhes estavam

 

dando as boas vindas. E foram de fato, recebidos com carinho e curiosidade. Com suor e sacrifício,

 

 souberam como poucos como superar as dificuldades de adaptação.

 

O livro conta a trajetória de Tomoo, que diz sobre a fidelidade da saga desses imigrantes, das lutas e

 

das suas vitórias, sempre num contexto de profunda preocupação humana, mas sem desprezar os

 

fatores sociais, econômicos e políticos envolvidos no processo.

 

Escolhemos esse livro como uma de nossas bibliografias pois conta a história do início desse povo e

 

sua colônias, nos ajudando a entender a sua trajetória até os dias de hoje.

 

Além de interessante  para o povo nipo-brasileiro é também interessante no estudo de nossa

 

história e na formação do povo brasileiro.



- Postado por: am6dg às 17h55
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Hoje fomos a Biblioteca Fundação Japão, localizado na Av.Paulista nº37.

Chegando lá, fomos bem recebidos e chocados com uma série de livros,

jornais,cds,dvds e vhs...achamos materiais interessantes para complementar

nossa pesquisa.

Irei postar a princípio os folhetos... e em uma próxima vez os livros que pegamos,

com comentários particulares e fotos internas da biblioteca

Obs: Nesse prédio, também se localiza a Embaixada do Japão.

 

 

 



- Postado por: am6dg às 22h06
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Jornal Nikkey Shimbun - Jornal comprado em banca de jornal no bairro da Liberdade

Jornal sem diagramação especial e em P&B. As matérias estão divididas por

molduras, leitura na vertical, e notícias sobre mundo.

Valor: R$2,00

Jornal da Liberdade - Jornal que fala sobre a cultura, eventos e notícias sobre o bairro da

Liberdade.

Obs: Colorido

Valor: Gratuito

 

Matéria: Lado A

Uma coluna nova que trata sobre a moda oriental no mundo fashion brasileiro... valorização

das estampas, tecidos e novas tendências

Matéria: Sucesso total na Nippon Fest - Dia 31/08, 7mil pessoas participaram do evento que

reuniu a colônia oriental. O evento também teve workshop: mangá,ekebana,origami...

Matéria: Miss Primavera Nikkey 2006 - Concurso que tem como objetivo abrir portas para

futuras modelos valorizando a beleza Nikkey

COMENTÁRIO GERAL : Com essas reportagens, podemos ver como a cultura japonesa é forte

em São Paulo, e pouco discutida ou publicada em outros meios.

Vimos que eles tem um valor enorme a suas origens, capazes de tornar o Bairro da Liberdade

um verdadeiro ambiente que reune cultura, tradição e valores como: moda, evento, desfile,

política, economia,  curiosidades entre outras fontes de identidade japonesa.

Até o próximo Post!



- Postado por: am6dg às 17h43
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Inaugurado em 18 de junho de 1978, como parte das comemorações do 70° aniversário da

imigração japonesa, o Museu Histórico da Imigração Japonesa do Brasil foi criado com o

objetivo de retratar a história dos imigrantes japoneses em terras brasileiras e de preservar

documentos e objetos relacionados ao tema.

Os pontos marcantes da trajetória desses imigrantes estão dispostos em ordem cronológica

1.250 m2 de área expositiva. O escritório, a biblioteca e o acervo com mais de 5 mil objetos,

28 mil documentos escritos (entre diários, livros, jornais, revistas) e cerca de 10 mil fotos

estão instalados em outro andar andar.

Os dois primeiros andares foram montados em 1978 e o terceiro (9° andar) foi inaugurado

em novembro de 2000.

O museu é mantido pela Sociedade Brasileira da Cultura Japonesa e é dirigido por uma

Comissão de Administração. Para arrecadar fundos, a entidade recorre às contribuições

de sócios, vendas de souvenirs, publicações e doações de empresas e instituições.

 

Folheto do Museu

 

 

Ingresso do Museu

O Museu se Localiza na Rua São Joaquim, 381 - Liberdade - São Paulo

Exposição: Ter a Dom - 13:30 às 17:30

Biblioteca: Seg a Sex - 8:30 às 12:00 aos Sábados das 13:30 ás 18:00.



- Postado por: am6dg às 20h23
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